Christoph Waltz no set do filme Django Unchained de Quentin Tarantino.
(via schumannistic)

Christoph Waltz no set do filme Django Unchained de Quentin Tarantino.

(via schumannistic)

975 notas 

“Django Unchained”, o novo filme de Quentin Tarantino

Reblogado de arsenalfilmes:

 

Como foi dito há alguns meses por diversas fontes, o novo projecto de Quentin Tarantino seria um western. 

 Django Unchained, é este o nome do novo filme de Tarantino, realizado e escrito (à mão como podemos ver na imagem a baixo) pelo mesmo. Django Unchained não será o clássico western que tem lugar no velho Oeste, mas terá lugar no sul dos E.U.A. nos tempos da escravatura.

 

Além do nome do novo projecto de Quentin Tarantino, já há um ator confirmado Christoph Waltz e sinopse: “Django é um escravo recém-libertado que, sob a tutela de um caçador de recompensas alemão (Christoph Waltz) torna-se num perigoso mercenário que, após auxiliar o seu mentor em alguns trabalhos por dinheiro, parte numa missão pessoal: encontrar e libertar a esposa de Django das garras de um fazendeiro inescrupuloso”.

Weinstein Company será a distribuidora do filme nos E.U.A..

E o filme já tem, também, um candidato a protagonista: Will Smith.

Segundo o Hollywood Reporter, ainda não foi feita uma proposta formal, mas Tarantino tem em Smith o seu favorito para viver Django, um escravo liberto que, sob a tutela de um caçador de recompensas alemão (Christoph Waltz), torna-se um mercenário e parte para encontrar e libertar a sua esposa das garras de um fazendeiro inescrupuloso, Monsieur Calvin Candie.

Paralelamente, Samuel L. Jackson, colaborador de Tarantino desde Pulp Fiction, deve viver um manipulador escravo do fazendeiro, mais um antagonista no caminho de Django.

As filmagens acontecem entre outubro e novembro no Sul dos EUA, possivelmente na Louisiana. A Weinstein Company distribuirá ns EUA e Tarantino atualmente discute com Universal,Warner Bros.Sony e Paramount a respeito de financimento e distribuição internacional.

4 notas 

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50 reproducciones

Baby did a bad bad thing, Chris Isaac [Jukebox]

Fiz uma coisa muito muito errada. Fui me apaixonar pelo cinema logo assistindo a De Olhos Bem Fechados (Eyes Wide Shut, Inglaterra, 1999).

Foi Stanley Kubrick quem me levou ao banheiro para espiar Nicole Kidman se preparando para o baile, quem me obrigou acompanhar Tom Cruise num atordoante passeio pelas ruas de Nova York e quem fez eu cruzar pelos encantos da sala escura de projeção.

A música de Chris Isaac foi a responsável por me atrair ao cinema. Lembro como se fosse hoje. O Jornal Nacional destacava que havia sido divulgada a primeira cena do filme póstumo do mestre Kubrick. E a trilha irônica de fundo “Baby Did a Bad Bad Thing”.

Aquela notícia, embalada por aquela música sedutora, despertou a curiosidade. Quando o filme estreou, estava lá, na porta de cinema.

De longe, não é o melhor filme de Kubrick (embora ele tenha mais pontos positivos do que a crítica faz crer). Mas me encantou a ponto de eu querer nunca mais deixar de ir ao cinema.

Deslumbrante! 

Põe uma moedinha aí e aproveita esta seção do Korova Milk Bar. Na Jukebox, toca o melhor das trilhas sonoras.

(música reblogada de dallyingwiththecourtesan)

15 notas 

entertainmentweekly:

Only two weeks into our Summer Movie Body Count, and we’re already up to 155 reported fatalities. Even crazier: Those 155 people (and vampires, and frost giants) died in just two movies.

entertainmentweekly:

Only two weeks into our Summer Movie Body Count, and we’re already up to 155 reported fatalities. Even crazier: Those 155 people (and vampires, and frost giants) died in just two movies.

12 notas 

Em seus melhores momentos, Restless é cansativo e nos piores, exclusivamente ridículo.

Frase de Carlos Boyero, em crítica publicada esta sexta-feira (13.mai.2011) pelo jornal espanhol El País, sobre Restless (Estados Unidos, 2011), uma das atrações de Cannes.

Ele acaba com o filme, na contracorrente de outros críticos.

Meia-Noite no Oscar

Após o sucesso em Cannes 2011, já tem gente que aposta em Meia-Noite em Paris (Midnight in Paris, Estados Unidos, Espanha, 2011) como o primeiro candidato ao Oscar 2012.

Outros dão como certo que Woody Allen finalmente levará uma multidão aos cinemas após filmes que foram um fracasso comercial nos Estados Unidos.

Será?

É bom lembrar que, nos últimos anos, a Academia esnobou os filmes que fizeram sucesso nos festivais europeus. Se bem que o lançamento de Woody Allen não concorre aos prêmios…

Ah?

Lady Gaga - Judas (Live at Cannes Film Festival 2011)

Festival mais prestigiado do cinema tão ambíguo como Lady Gaga.

Cannes já não é mais o mesmo.

(Reblogado de babiescomefromclouds)

(Fuente: babiescomefromclouds)

2 notas 

A bela adormece demais

Carolas, não leiam este post.

Estava tão entusiasmado com Sleeping Beauty (Austrália, 2011) a ponto de inaugurar a seção Nossas Apostas com ele, lembra? Pois os jornalistas que participam de Cannes 2011 fizeram eu  perder o tesão pelo filme, com o perdão da expressão.

O longa, uma ótima oportunidade para discutir as dificuldades dos humanos de lidar com a sexualidade, parece uma sucessão de bizarrices e meras superficialidades psicológicas, segundo três críticos que li. E o pior: acaba se tornando moralista (argh!), como dá a entender Vasco Câmara, no jornal O Público desta sexta-feira 13 de maio:

A lamentar (…) que Julia Leigh não se tenha mantido (medo de não aguentar assim o filme?) nessa zona amoral, traindo a forma como arrancou Sleeping Beauty, e assim traindo-nos também ao passar para “os clientes” e para as suas razões e ao dar a ver o que a personagem não pode ver. É que na ritualização da palavra e no erotismo, Julia é uma realizadora bem mais banal.

1 nota 

Van Sant se reconcilia com o sucesso e lança filme candidato a cult

E não é que Gus Van Sant fez a plateia de Cannes 2011 chorar?

O cara responsável por Drugstore Cowboy (Estados Unidos, 1989), Elefante (Elephant, Estados Unidos, 2003) e Paranoid Park (Estados Unidos, 2007) volta a fazer um filme no estilo de Gênio Indomável (Good Will Hunting, Estados Unidos, 1997).

É um filme de namoradinho, mas sem perder o jeito Van Sant (o uso da música, a maneira de filmar, a direção de atores jovens…). Depois de perder os pais em um acidente, o guri (o já elogiadíssimo Henry Hopper, filho de Dennis Hopper) desenvolve um mórbido costume de frequentar velórios. Daí, vai se envolver com uma paciente terminal (Mia Wasikowska, antiga paciente de Paul no seriado In Treatment e  a Alice de Tim Burton).

Pois bem, parece que Restless (Estados Unidos, 2011) vai fazer sucesso. Em seu blog, Luiz Carlos Merten diz que não se empolgou muito com o filme, mas conta que muita gente adorou a história.Na edição impressa de O Estado de S. Paulo desta sexta-feira (13.mai.2011), o crítico parece que fez a melhor definição que li sobre o filme:

“Restless nasceu com a vocação de cult. Van Sant fez a love story freak da geração desta geração.”

No blog do Bonequinho, o crítico Rodrigo Fonseca, de O Globo, compara Gênio Indomável com este filme de estúdio (Sony Classics):

“O longa rodado com Matt Damon nos anos 1990 era uma análise sobre o amadurecimento entre pessoas maculadas pela inadequação social. Já este tocante romance, de clima outonal, prefere se apegar à ingenuidade da paixão pueril e realçar sua importância como rito de passagem.”

Em dois dias, foi o filme que provocou o maior zunzunzun positivo em Cannes 2011, ao lado do filme de Woody Allen.

2 notas 

Texto divertidíssimo de Woody Allen, reproduzido pelo jornal português i, sobre Meia-Noite em Paris (Midnight in Paris, Estados Unidos, Espanha, 2011), que abre o Festival de Cannes 2011.